domingo, 4 de dezembro de 2011

Mantenha viva a Chama



Amigos, recebi esta mensagem e a divulgo o máximo possível. 




Não vamos procurar culpados pela situação de milhares de crianças brasileiras , cujos pais não têm condições de lhes dar um chocolate que seja....
Se Te for possível colabore.

OBRIGADA.
 
Um pequeno gesto que certamente fará a felicidade de muita gente.

NATAL 2011 - ESPALHE ESSA IDÉIA.

  Que tal fazer algo diferente, este ano, no Natal?
  Sim.. Sim ... Natal ... daqui a pouco ele chega.
  Que tal ir a uma agência dos Correios e pegar uma das 17 milhões de cartinhas de crianças pobres e ser o abençoador delas?
 Há informação de que tem pedidos inacreditáveis nessas cartas. Tem criança pedindo um panetone, uma blusa de frio para a avó, etc... É uma idéia...

 É só pegar a carta e entregar o presente numa agência do correio até dia 20 de Dezembro, o próprio correio se encarrega de fazer a entrega.




"O que você faz, soa mais alto do que as palavras que você diz ou escreve."
"Deus nunca fará por você aquilo que você pode fazer, mas sempre fará por você tudo aquilo que você não pode fazer!!!"
 
Desejo a você uma Excelente, Abençoada e repleta de vitórias semana. Em Jesus.
Maranata.
Dani 

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Nada é impossivel para aquele que crê







Lembre-se:

"Jesus, porém, olhando para eles, disse: Para os homens é impossível, mas não para Deus, porque para Deus todas as coisas são possíveis."





Mar 10:27

terça-feira, 13 de setembro de 2011



"E tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor, e não aos homens, Sabendo que recebereis do Senhor o galardão da herança, porque a Cristo, o Senhor, servis." 
Colossenses 3:23-24

 Temos que ter em mente sempre essas palavras, muito pouco faladas ou citadas. O servir a Cristo tem muitas faces e formas, mas o principal é a atitude que tomamos em nosso dia a dia. Para sermos um exemplo para o mundo e sermos a "verdadeira" referencia de cristianismo é sempre necessario ter uma atitude positiva e confiante. Positiva pois estamos salvos em Cristo e temos a fantastica oportunidade de passar adiante essa "boa nova". Confiante na certeza da vitoria de Cristo no final de nossa caminhada. São essas "coisas absurdadas" de se falar ou escrever é que nos diferenciam e nos fazem especiais perante ao nosso DEUS.
 Mesmo que você não tenha "um cargo" na igreja, ou seja um missionario divulgando as boas novas do evangelho de Jesus Cristo, mesmo que você não seja "voluntario" de alguma obra de caridade, SIRVA a JESUS com uma ATITUDE CRISTÃ, tenha uma CONDUTA como a de CRISTO seja paciente sempre tenha boas palavras, seja lembrado por sua fidelidade e confiabilidade.... em outras palavras TUDO aquilo que você for fazer ou dizer faça-o com o CORAÇÂO, ou seja, com dedicação amor e carinho ou em outras palavras que seja sempre BEM FEITO.
 Fazer a obra não é só simplismente frequentar a igreja ou participar ativamente de um ministerio, É MUITO MAIS que isso e AGRADAR A DEUS com a nossa atititude servil e gentil.
 Se agirmos e nos portarmos como todo mundo se porta, então não seremos os verdadeiros representantes de Cristo na terra, ou seja CRISTÃOS, seremos como os não salvos e a salvação que veio atravez do sangue de Jesus será em vão.
 Lembre-se ser Cristão é ser diferente, ser diferenciado, ser separado... santo. Somos os santos de DEUS eleitos pelo sacrificio na Cruz e não podemos decepcionar nosso SENHOR e SALVADOR JESUS CRISTO.
 "Sejamos seus imitadores e começemos a servir o proximo com o nosso melhor em nosso dia a dia."

Obrigado por lerem e acompanharem o Blog.
Dani

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Jejum e Oração...



"Deus cria a partir do nada. Portanto, enquanto o homem não se esvaziar e se reduzir a nada, Deus não poderá fazer nada com ele."
Martinho Lutero (1483 – 1546) teólogo

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

DEUS e o Conhecimento

 DEUS e o Conhecimento


“O conhecimento não enfraquece a fé; pelo contrário, auxilia o nosso relacionamento com Deus....”,
“E ainda produz muita dependência Dele também”.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Um dos mais belos trajes da alma



O médico conversa descontraído com o enfermeiro e o motorista da ambulância,
quando uma senhora elegante chega, e de forma ríspida, pergunta: Vocês sabem
onde está o médico do hospital?
Com tranquilidade, o médico responde: Boa tarde, senhora! Em que posso ser
útil?
Impaciente, a mulher indaga:
- Será que o senhor é surdo? Não ouviu que estou procurando pelo médico?
Mantendo-se calmo, contesta ele:
- Senhora, o médico sou eu. Em que posso ajudá-la?
- Como?! O senhor?!?! Com esta roupa?
- Ah, senhora! Desculpe-me! Pensei que a senhora estivesse procurando um
médico e não uma vestimenta...
Oh! Desculpe, doutor! Boa tarde! É que...vestido assim, o senhor nem parece
um médico...
Veja bem as coisas como são...- diz o médico:
- As vestes parecem não dizer muitas coisas mesmo... Quando a vi chegando, tão bem vestida, tão elegante, pensei que a senhora fosse sorrir educadamente para todos, e
depois daria um simpaticíssimo "Boa tarde!"
Como se vê, as roupas nem sempre dizem muito...


***

Um dos mais belos trajes da alma é, certamente, a educação.
Educação que, no exemplo em questão, significa cordialidade, polidez, trato
adequado para com as pessoas.
São tantos ainda no mundo que não têm tato algum no tratamento para com os
outros!
Sofrem e tentam fazer os outros sofrerem com isso.
Parece que vivem sempre à beira de um ataque de nervos, centrados apenas em
si, em suas necessidades urgentes e mais nada.
O mundo gira ao seu redor e para lhes servir. Os outros parecem viver num
mundo à parte, menos importante que o seu.
Esses tais modos vêm da infância, claro, em primeiro lugar. Dos exemplos
recebidos da família em anos e anos de convivência.
Mas também precisam vir da compreensão do ser humano, entendendo todos como
seus irmãos.
Não há escolhidos na face da Terra. Não há aqueles que são mais ou menos
importantes. Fomos nós, em nossa pequenez de Espíritos imperfeitos, que
criamos essas hierarquias absurdas, aonde se chega ao cúmulo de julgar alguém
pelas roupas que veste.
Quem planta sorrisos e gentileza recebe alegria e gratidão, e vê muitas
portas da vida se abrindo naturalmente, através da força estupenda da
bondade e do amor cristão, agapé e incondicional.
O bem é muito mais forte que o mal.
O bem responde com muito mais rapidez e segurança às tantas e tantas
questões que a existência nos apresenta, na forma de desafios.
Ser gentil, ser cordial é receber a vida e as pessoas de braços abertos, sem
medo de agir no bem.
Ser bem educado é contribuir com a semeadura do amor na face da Terra,
substituindo, gradualmente, as ervas daninhas que ainda existem nesses
campos, por flores e mais flores de felicidade.
Ser fraterno, em todas as ocasiões, é vestir-se com este que é um dos mais
belos trajes da alma: a educação.


Então, Pedro aproximou-se dele, dizendo: Senhor, quantas vezes devo perdoar meu irmão quando ele pecar contra mim? Será que vai ser até sete vezes? Disse-lhe Jesus: Não te digo até sete vezes, mas setenta vezes sete. (Mateus 18,21-22)

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Vida

Vida


Já perdoei erros quase imperdoáveis,
tentei substituir pessoas insubstituíveis
e esquecer pessoas inesquecíveis.

Já fiz coisas por impulso,
já me decepcionei com pessoas

que eu nunca pensei que iriam me decepcionar,
mas também já decepcionei alguém.

Já abracei pra proteger,
já dei risada quando não podia,
fiz amigos eternos,
e amigos que eu nunca mais vi.

Amei e fui amado,
mas também já fui rejeitado,
fui amado e não amei.

Já gritei e pulei de tanta felicidade,
já vivi de amor e fiz juras eternas,
e quebrei a cara muitas vezes!

Já chorei ouvindo música e vendo fotos,
já liguei só para escutar uma voz,
me apaixonei por um sorriso,
já pensei que fosse morrer de tanta saudade
e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo).

Mas vivi!

E ainda vivo!
Não passo pela vida.
E você também não deveria passar!

Viva!!


Bom mesmo é ir à luta com determinação,
abraçar a vida com paixão,
perder com classe
e vencer com ousadia,
porque o mundo pertence a quem se atreve
e a vida é "muito" para ser insignificante.

Augusto Branco

Lindo demais para ser deixado "de lado".
Não deixe a vida passar em branco sem ter Cristo presente em seu coração, nessa hora de aceitação Viva realmente a vida que DEUS "imaginou e sempre quiz para você".
Vamos "Vencer sim e com ousadia" no final porque temos a certeza da vitória em Cristo e não nos envergonhamos de levar a bandeira de Jesus.

Dani

terça-feira, 26 de abril de 2011

Ressuscitou

A Páscoa - festa da ressurreição de Jesus - celebra o triunfo da vida contra todas as forças que se opõem a ela. Por isso, o centro da fé cristã não consiste na celebração da memória de um herói morto, mas da presença e certeza de um Jesus Vivo e Vivente. Esse é um dos pilares der nossa fé.

A Ressurreição de Jesus é, pois, um dado da fé cristã, cuja base é sólida porque está garantida, como fato real, pelo testemunho dos apóstolos. Este testemunho é tanto verbal como existencial ou pessoal, selado com sua própria vida e morte; e está unido ao testemunho da Escritura e dos profetas (Atos 10, 37-43).

Os relatos evangélicos da ressurreição referem três fatos que estão em relação mútua e sucessiva: o sepulcro vazio, junto com a mensagem celeste às mulheres, revelando-lhes a ressurreição do Senhor; as aparições de Jesus Cristo; o dom do Espírito (dia de Pentecostes), que ao lado da missão evangélica, recebem os Apóstolos do próprio Jesus.

É inútil exigir e procurar provas racionais ou “científicas” do fato e do modo da ressurreição de Jesus. Mas nossa fé nela, que é dom de Deus, não é irracional, ilusória, nem visceral. Cremos baseados no testemunho dos apóstolos que foram testemunhas oculares de Cristo ressuscitado. Como tais se proclamam desde os tempos apostólicos, pela boca de Pedro, que fala em nome de todos: “Deus Ressuscitou a Jesus dentre os mortos; e nós somos testemunhas” (At. 3, 15).

Testemunhas que são herdeiros do testemunho dos profetas e de toda a Escritura do Antigo Testamento, e tão qualificadas como indica a palavra testemunha em grego: “mártires que deram sua vida anunciando e testemunhando o Evangelho, a boa nova de Jesus Cristo, morto por nossos pecados e ressuscitado pela nossa salvação”.

Em Jesus Cristo, a vida que clama pela vida, triunfou e manteve sua força contra os bafejos da morte. É o sentido da ressurreição. Por ela se professa a fé da vida em plenitude em Jesus.

Na Páscoa, devemos nos alegrar, sair nas ruas e anunciar, repetindo com confiança, fé, e alegria:
- JESUS CRISTO Ressucitou.
- JESUS CRISTO Ressucitou.
Estamos salvos graças a bondade infinita do DEUS PAI através da fé em seu unico e preciosos filho.
- JESUS CRISTO Ressucitou.
Texto retirado da net e adaptado por DBatta

sexta-feira, 15 de abril de 2011

O poder da ressureição de Cristo

O Poder da Ressurreição de Cristo

A oração de Paulo pelos crentes efésios é muito específica. Ele pede a Deus que lhes dê um entendimento e conhecimento mais profundo acerca de Cristo, e seria bom se buscássemos o mesmo para a nossa vida. Isso não é algo que se possa aprender num seminário ou mesmo num estudo bíblico ou na leitura de livros devocionais. O desejo de Paulo era que eles recebessem de Deus, voluntariamente, o “espírito de sabedoria e de revelação no pleno conhecimento dele” (Ef 1.17-23).
Especificamente, Paulo ora para que eles conheçam a “suprema grandeza” do poder que Deus queria demonstrar na vida deles. A explicação de Paulo sobre esse assunto é muito esclarecedora. Paulo nos fala sobre esse poder em Filipenses 3. Esse poder era, de fato, o que ele tanto desejava para si mesmo. Ele o chama de “o poder da sua ressurreição” e declarou: “Para o conhecer, e o poder (dynamis) da sua ressurreição, e a comunhão dos seus sofrimentos, conformando-me com ele na sua morte;  para, de algum modo, alcançar a ressurreição dentre os mortos. Não que eu o tenha já recebido ou tenha já obtido a perfeição; mas prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus” (Fp 3.10-12).
Será que Paulo estava em dúvida quanto à sua salvação, achando que talvez não estivesse qualificado para a ressurreição dos crentes no Arrebatamento? Dificilmente! Ele está nos dizendo que a Ressurreição não é apenas um evento histórico do qual nos lembramos com satisfação e alegria, mas também o maior acontecimento da história (passada, presente e futura) de todo o cosmos! O maior evento de todos os tempos no universo é também um dos mais difíceis de entender. Nós falamos sobre esse acontecimento de uma forma extremamente trivial, mas ele é o pivô em torno do qual toda a história se articula e que a dividiu para sempre em duas partes. A divisão do tempo não deveria ser apenas a.C. (antes de Cristo) e d.C. (depois de Cristo); deveria ser a.R. (antes da Ressurreição) e d.R. (depois da Ressurreição).
Diante dos telescópios e dos meios tecnológicos de que dispomos hoje para aparentemente esquadrinhar os mais remotos cantos do universo, as palavras de Davi no Salmo 19 assumem um significado ainda mais profundo: “Os céus proclamam a glória de Deus [...]”. A Criação é a maior expressão visível de poder, e nós nos curvamos em espanto e adoração quando pensamos no Deus infinito que está por trás de tudo o que se pode ver. Mas Paulo diz que isso não é nada em comparação com o poder demonstrado na Ressurreição de Jesus Cristo, e esse é o grande poder que Paulo queria que os efésios experimentassem diariamente.
A Ressurreição não é apenas um evento histórico do qual nos lembramos com satisfação e alegria, mas também o maior acontecimento da história (passada, presente e futura) de todo o cosmos!
De fato, Paulo nos diz que a Ressurreição é a maior prova do poder de Deus jamais apresentada e cuja grandeza não pode ser superada. Precisamos entender o porquê dessa afirmação e por que Paulo orou daquela forma. Afinal de contas, “A vida estava nele [em Cristo]” (Jo 1.4). Jesus disse: “[...] tenho poder para a dar [minha vida] e poder para tornar a tomá-la. Este mandamento recebi de meu Pai” (Jo 10.18, ARC). Então, por que foi necessário um poder tão grande para ressuscitar Cristo dentre os mortos?
Durante sua vida na terra, e antes de sua própria ressurreição, Cristo havia ressuscitado muitos dentre os mortos. Mas aqueles a quem ele ressuscitou, como Lázaro (Jo 11.1-43) e o filho da viúva de Naim (Lc 7.11-16), morreram novamente após alguns dias ou anos para aguardar a ressurreição de todos os crentes no Arrebatamento.
Como o Doador da vida, por intermédio de quem foram criadas todas as coisas (Jo 1.3), poderia ser morto? Temos aqui uma aparente contradição. Foi Cristo mesmo quem disse, a respeito de sua vida: “Ninguém a tira de mim; pelo contrário, eu espontaneamente a dou” (Jo 10.18). Entretanto, Pedro acusa os judeus de terem matado Jesus: “vós o matastes, crucificando-o por mãos de iníquos” (At 2.23). Dirigindo-se ao conselho rabínico, Estêvão usa uma linguagem ainda mais forte: “do qual vós agora vos tornastes traidores e assassinos [...]” (At 7.52).
O motivo pelo qual foi necessário usar o maior poder jamais aplicado a fim de ressuscitar a Cristo dentre os mortos só pode estar associado ao tipo de morte que Ele morreu. Deus havia declarado que a penalidade para o pecado é a morte, que é a eterna separação de Deus. Mas será que esse castigo não é forte demais? Adão e Eva foram expulsos do jardim paradisíaco por seu Criador (que os havia colocado ali) por causa de uma infração aparentemente pequena: comer um determinado fruto. Isso é motivo para um castigo eterno?
Nós tratamos o pecado com muito descaso, vendo apenas o ato em si e esquecendo contra quem ele é cometido. O pecado de Adão e Eva não foi apenas comer o fruto proibido. Foi desafiar e se rebelar deliberadamente contra Aquele que havia criado não só a eles, mas a todo o universo. Na nossa perspectiva, o pecado de Davi – adultério, assassinato e mentira – foi muito mais condenável. Mas Davi sabia o que era o pecado: “Pequei contra ti, contra ti somente, e fiz o que é mal perante os teus olhos” (Sl 51.4).
Em sua essência, o pecado é uma traição intencional, uma rebelião clara e desafiadora contra o Criador e Governador do universo. Precisamos nos lembrar desse fato. A maioria dos cristãos que, ao serem convencidos pela consciência, caem com o rosto em terra e confessam seus pecados, não está realmente confessando o horror do que fizeram. Não basta se arrepender dos atos praticados. É preciso confessar também que, não importa quão trivial nos pareça o ato que praticamos, o que nós fizemos foi repetir a traição de Adão e Eva contra o Senhor Deus. Se não reconhecermos isso com convicção profunda no coração, a confissão será incompleta.
O pecado tem uma dimensão moral e espiritual que Cristo teve que suportar por todo indivíduo, e nenhum outro poderia fazê-lo.
Agora, começamos a entender por que foi necessária “a suprema grandeza do seu poder” (Ef 1.19) para ressuscitar a Cristo dentre os mortos. O escritor de um hino disse com muita propriedade: “Foi o enorme fardo dos nossos pecados que te deitou no túmulo, ó Senhor da vida”. O que quer dizer isso? Como poderiam os nossos pecados ser lançados sobre o Cristo sem pecado? Isso certamente não foi feito quando Pilatos condenou a Cristo, nem quando os ímpios soldados romanos O açoitaram e O pregaram numa cruz. Contudo, foi isso que o filme antibíblico A Paixão de Cristo (de Mel Gibson) retratou – e o filme foi elogiado por milhares de evangélicos, entre eles centenas de líderes.
O que realmente aconteceu na Cruz não só não poderia ser retratado num filme como, ao ser omitido, foi negado por ele. Isaías escreveu: “Todavia, ao senhor agradou moê-lo, fazendo-o enfermar; quando der ele a sua alma como oferta pelo pecado” (Is 53.10). Claramente, o que os homens fizeram com Cristo não teve nada a ver com o Senhor moê-lo e fazer de Sua alma um sacrifício pelo pecado. O pecado tem uma dimensão moral e espiritual que Cristo teve que suportar por todo indivíduo, e  nenhum outro poderia fazê-lo.
O nosso Salvador não tinha que ser apenas perfeitamente sem pecado para poder pagar pelos pecados dos outros – ele tinha que ser infinito. Ninguém, a não ser Deus, poderia satisfazer a justiça dessa forma. Mas a sentença havia sido pronunciada contra a humanidade. Portanto, Deus, apesar de infinito, não poderia pagar essa pena, a não ser que se tornasse totalmente homem sem deixar de ser Deus. Por isso a necessidade do primeiro e único nascimento virginal.
Os ateus alegam que seria injusto um inocente pagar pelos culpados. Isso seria verdade, não fosse por outra dimensão da Cruz. Para os que crêem, Deus considera a morte e a ressurreição de Cristo como se fosse a deles. Todo aquele que crê sofre uma milagrosa transformação interior que foi prometida por Cristo e que Ele chamou de “nascer de novo” (Jo 3.3-16). Isso não é um clichê, é a realidade.
Pilatos não tinha idéia do que estava dizendo quando apresentou Cristo à multidão agitada: “Eis o homem!” Aquele era o homem como Deus queria que fosse. Paulo o chamou de “o segundo homem” e de “o último Adão” (1 Co 15.45,47). Em outras palavras, desde Adão – criado pela mão de Deus no Jardim, sem contaminação – até Jesus, o último Adão – formado no útero de uma virgem, sem contaminação – não havia ninguém de quem se pudesse dizer: “Eis o homem como Deus queria que fosse”.
“O enorme fardo dos nossos pecados”, que teria mantido a humanidade no Lago de Fogo para sempre, poderia ser suportado pelo Ser infinito na Cruz, onde Ele se colocou entre Deus e o Homem. Se a Justiça Infinita não tivesse sido satisfeita através do pagamento integral dos nossos pecados efetuado por Cristo, Ele não poderia ter saído daquele sepulcro.
“Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens. Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem” (1 Coríntios 15.19-20).
A penalidade para o pecado é ser banido eternamente da presença de Deus e de todo o seu universo e lançado no exílio no Lago de Fogo. Esse é o castigo determinado pela Suprema Corte de Deus para a alta traição contra o Criador de todas as coisas. Um dos maiores horrores do Lago de Fogo será o fato de que mesmo naquele lugar de tormento os que odeiam a Deus não conseguirão escapar dEle. Ele estará lá, na consciência dos perdidos, consciências que não poderão mais se esconder atrás de nenhuma desculpa. Não haverá como fugir da verdade que eles rejeitaram e que os atormentará eternamente. Davi afirmou: “Se faço a minha cama no mais profundo abismo, lá estás” (Sl 139.8).
Nenhum ser finito poderia pagar a penalidade exigida pela infinita justiça de Deus. Nenhum ser humano que tentasse pagar por seus próprios pecados poderia dizer finalmente, como exclamou Cristo em triunfo na Cruz: “Está consumado! A dívida foi paga”.  Mas o preço tinha que ser pago integralmente. De que outro modo os portões da justiça se abririam?
No Livro de Jó, temos uma noção da verdadeira luta entre Satanás e Deus pelo domínio do Cosmo. “Num dia em que os filhos de Deus vieram apresentar-se perante o Senhor, veio também Satanás entre eles” (Jó 1.6). Essa narrativa espantosa nos dá uma idéia do que está envolvido na batalha entre Deus e Satanás. É um conflito de proporções cósmicas pelo controle do universo, e o homem é o prêmio que ambos os lados desejam. É uma batalha bem real, cujo objetivo é conquistar o coração e a afeição do homem. Mas é bom lembrar que não há nenhuma garantia de que Deus triunfará em cada caso individual. Com o dom do livre arbítrio, cabe a cada ser humano escolher de que lado ficará nessa batalha.
Os cristãos têm um papel fundamental na derrota final de Satanás: “Eles, pois, o venceram [a antiga serpente, que se chama Diabo e Satanás – Ap 12.9] por causa do sangue do Cordeiro e por causa da palavra do testemunho que deram e, mesmo em face da morte, não amaram a própria vida” (Ap 12.11). Com o amor de Cristo em nosso coração, seguimos o exemplo que Ele mesmo deixou para nós: “Pois ele, quando ultrajado, não revidava com ultraje; quando maltratado, não fazia ameaças, mas entregava-se àquele que julga retamente” (1 Pe 2.21-25).
Satanás continua a entrar na presença de Deus desafiadoramente, como fazia na época de Jó. Como podemos ter certeza disso? Pelo fato de que ele ainda acusa os irmãos diante do trono de Deus dia e noite, e continuará fazendo isso até o fim (Ap 12.10). Como já dissemos certa vez, e sempre é bom repetir, Satanás é como um presidente no fim do mandato. Ele ainda pode andar livremente pelos corredores do poder e tem bastante influência por trás dos panos. Ele ainda não foi expulso do céu, mas esse dia está chegando:
“Houve peleja no céu. Miguel e os seus anjos pelejaram contra o dragão. Também pelejaram o dragão e seus anjos; todavia, não prevaleceram; nem mais se achou no céu o lugar deles. E foi expulso o grande dragão, a antiga serpente, que se chama diabo e Satanás, o sedutor de todo o mundo, sim, foi atirado para a terra, e, com ele, os seus anjos” (Ap 12.7-9).
Como Satanás será expulso no final? Existe um velho hino que expressa com simplicidade e beleza o que a Escritura retrata:
Em fraqueza, como um derrotado, Ele conquistou a coroa da vitória; Permitindo que pisassem nele, colocou todos os nossos inimigos sob seus pés. Ele abateu o poder de Satanás; Feito pecado, derrotou o pecado. Curvou-se ante o sepulcro, destruiu-o também; e, ao morrer, matou a morte.
Satanás não consegue entender como Cristo, com brandura e aparente fraqueza, pôde triunfar sobre ele. Ele fica confuso com tudo que diz respeito à Cruz. Primeiro, ele inspirou Pedro para impedir Cristo de ir para a Cruz: “Tem compaixão de ti, Senhor; isso de modo algum te acontecerá” (Mt 16.21-22). Sabemos que Satanás inspirou Pedro por causa da resposta de Cristo: “Arreda, Satanás!” Depois, ele inspirou Judas para entregar Jesus aos rabinos para que eles pudessem conseguir Sua crucificação: “Entrou nele Satanás” (Jo 13.27). Até hoje, Satanás não entendeu nada.
“Na tua presença há plenitude de alegria, na tua destra, delícias perpetuamente” (Sl 16.11).
Na minha opinião, Satanás realmente acha que pode sair vencedor dessa batalha pelos corações e mentes da humanidade. E por que não? Ele oferece exatamente aquilo que treinou o homem para cobiçar: riqueza, bens, prazer hedonista, sexo livre, popularidade, fama, drogas e álcool em abundância, satisfação de todos os seus desejos sensuais. Mas, apesar disso, multidões preferem seguir a Cristo, embora Ele ofereça o ódio e a rejeição do mundo, com perseguição e sofrimento – mas também a eternidade em sua presença, onde há felicidade verdadeira: “Na tua presença há plenitude de alegria, na tua destra, delícias perpetuamente” (Sl 16.11).
E o que acontece com os que fazem a escolha errada e preferem juntar-se a Satanás em sua traição? Deus não tem prazer em castigar os perversos (Ez 33.11), mas a punição de cada um é de acordo com seu crime. Quando lemos o que os líderes ateus dizem a respeito de Deus em flagrante e desafiadora rebeldia, temos certeza de que eles arrancariam Deus de Seu trono se pudessem. Eles odeiam a Deus. Sem dúvida, o tormento eterno no Lago de Fogo por causa de sua traição será a colheita daquilo que eles mesmos semearam.
Veja o que disse Richard Dawkins, líder do movimento do Novo Ateísmo, num debate com John Lennox, um cristão fervoroso e também professor de Oxford, cientista com dois Ph.D.s e que, em seu comentário final, deu testemunho de sua fé em Cristo e na ressurreição de nosso Senhor:
“Sim, bem, esse pedacinho final” – disse Dawkins, com os lábios encurvados de desprezo, a voz gotejando veneno – “entrega o jogo todo, não? Toda aquela história de ciência e física... tudo isso é muito grandioso e maravilhoso, e então, de repente, voltamos à ressurreição de Jesus. Isso é tão insignificante, tão trivial, tão local, tão sem imaginação –  tão indigno do universo”.
Mas, para Deus, a Ressurreição foi a maior demonstração de Sua majestade e poder. Que lamentável exibição do ódio mortal que corrói Dawkins! Esse pagão, que obviamente adora a criação ao invés do Criador (Rm 1.21-23), está espumando de raiva. Essa manifestação de seu ódio a Deus vai zombar dele eternamente (Pv 1.20-33), enquanto os céus ressoarão com o eterno mas sempre renovado hino de louvor a Deus e ao Cordeiro: “Digno é o Cordeiro que foi morto de receber o poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e louvor”. (The Berean Call - http://www.chamada.com.br)
Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, abril de 2009.

sábado, 26 de março de 2011

Aliança - Arco Iris


Um arco semicircular que exibe um espectro de cores; um sinal visível da promessa pactuada de DEUS, de que “não mais será toda a carne decepada pelas águas dum dilúvio e não mais virá a haver dilúvio para arruinar a terra”. (Gn 9:11-16) Não há nenhuma palavra hebraica específica para arco-íris, de modo que se usa na Bíblia a palavra normal para “arco” (com que se atira flechas). — Ez 1:28.

Usam-se teorias e fórmulas complicadas para explicar a formação dum arco-íris. Basicamente, parece que, à medida que a luz branca penetra numa gotícula de chuva, ela é refratada e dispersada em diferentes cores, a gotícula atuando como um diminuto prisma. Cada cor bate na superfície interna da gotícula e é refletida num ângulo diferente e específico. Assim, o observador vê um arco com todas as sete cores do espectro (de dentro para fora do arco: violeta, anil, azul, verde, amarelo, alaranjado e vermelho), embora elas possam misturar-se, de modo que só quatro ou cinco cores fiquem claras. Por vezes, forma-se um arco “secundário”, maior e menos distinto, com as cores invertidas. Os cientistas ainda estão estudando o arco-íris.

“Dentro da gota de chuva, a interação da energia de luz com a matéria é tão íntima, que se é levado diretamente à mecânica quântica e à teoria da relatividade. . . . Embora se saiba muito sobre a produção do arco-íris, pouco se aprendeu sobre a sua percepção.” — The Rainbow, From Myth to Mathematics, 1959, pp. 320, 321-
Carl B. Boyer.

A primeira referência bíblica a um arco-íris acha-se no relato sobre o pacto de Deus com Noé e sua descendência, depois que os sobreviventes do Dilúvio saíram da arca. (Gn 9:8-17; Is 54:9, 10) Esta esplêndida visão já por si mesma seria reconfortante e um indício de paz para Noé e sua família.

Ofereceram-se muitas opiniões sobre se esta foi a primeira vez que os humanos viram um arco-íris. Alguns comentadores afirmaram que arco-íris já haviam sido vistos antes, e que ‘dar’ Deus o arco-íris nesta ocasião foi realmente ‘dar’ um sentido ou significado especial a um fenômeno já existente. Muitos dos que têm tal conceito crêem que o Dilúvio foi apenas local e não mudou substancialmente a atmosfera.

Não obstante, esta é a primeira menção da palavra arco-íris, e se um arco-íris já tivesse sido visto antes, não haveria nenhuma força real em Deus torná-lo um sinal destacado do seu pacto. Teria sido algo corriqueiro, e não um sinal significativo duma mudança, de algo novo.

A Bíblia não descreve o grau de claridade da atmosfera antes do Dilúvio. Mas, pelo que parece, as condições atmosféricas eram tais que, até ocorrer a mudança quando ‘se abriram as comportas dos céus’ (Gn 7:11), ninguém antes de Noé e sua família tinha visto um arco-íris. Mesmo hoje, as condições atmosféricas influem quanto a se poder ver ou não um arco-íris.

A glória, a beleza e a pacificidade dum arco-íris que surge depois duma tempestade são usadas nas descrições bíblicas sobre Deus e seu trono. Na visão que Ezequiel teve de Deus, o profeta viu “algo semelhante ao aspecto do arco que vem a haver numa massa de nuvens no dia duma chuvada”. Isto destacava a “glória de DEUS”. (Ez 1:28) Similarmente, João viu o trono de esplendor de DEUS, e ‘ao redor dele havia um arco-íris, em aparência semelhante à esmeralda’. A visão do arco-íris sugeriria, para João, tranqüilidade e serenidade, e isto apropriadamente, visto que DEUS está no controle de toda a situação, um Governante glorioso. (Ap 4:3) João também viu um anjo com “um arco-íris sobre a sua cabeça” (Ap 10:1), o que pode sugerir que o anjo era um representante especial do “Deus de paz”. — Fil 4:9.

texto copiado da internet e adaptado por DBatta

Dias de Aliança


Texto Bíblico: Jeremias. 33:25,26; Êxodo 34:1-10

Introdução

Estamos vivendo dias de grandes celebrações nos céus. Estamos vivendo momentos de profundo significado no mundo físico e espiritual.

Jesus disse: Mateus 18:18
“Tudo o que ligardes na terra, terá sido ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra terá sido desligado no céu”.

Quando Jesus esteve neste mundo, seus ensinamentos foram voltados para ALIANÇA.

A aliança faz parte do caráter de Deus.
Todos os seus feitos são voltados para ALIANÇA.
Todos os seus projetos para o homem, foram feitos debaixo de decretos de ALIANÇA.

A Bíblia está repleta de palavras de ALIANÇA.
Só no A.T. encontramos 270 vezes a palavra aliança.
No N.T. 33 vezes.

Há duas palavras para aliança

  • No Hebraico - Berit - Aliança
  • No Grego - Diatheke - Aliança

Aliança Significa:

  1. Acordo
  2. Pacto
  3. União

Aliança Requer:

a) Acordos e promessas - (Gênesis 28:20-22) Jacó
b) Quando nos aliançamos, entramos num acordo.

Vejamos as Obrigações de Uma Aliança
Eclesiastes 4:9-12

  1. Cuidar do outro

Quando é que a esposa cuida?

a) Submetendo-a - A submissão é proteção para o marido
b) Ajudando-o - Em todas as áreas: finanças, ministério, etc.
c) Admirando-o - Como pai, como homem, como profissional.

Quando é que o marido cuida?

a) Amando-a sendo seu melhor amigo
b) Respeitando-a nas suas limitações e diferenças
c) Protegendo-a sendo sua cobertura

  1. Ser Fiel - Provérbios 28:20

“O homem fiel será cumulado de bênçãos...”

  • Ser fiel é permanecer leal em todos os momentos e nunca de desviar desse propósito por causa dos problemas.

. A fidelidade abre portas
.Deus honra um discípulo fiel

  • Ser fiel é guardar a vida do outro
  • É errar e acertar juntos e jamais tirar o corpo de fora numa situação difícil
  • Ser fiel é não pensar o mal e nem falar contra o seu líder, pastor, discipulador, marido, mulher, etc.

“somos membros do mesmo corpo” (Efésios 4:1-6,12)

O relacionamento entre as parte da aliança se expressa por hesed (I Samuel 20:8) Jônatas e Davi
1. Amor inabalável
2. Lealdade
3. Constância

A Aliança se Expressa Por Ação - (Salmo 103:17,18)

BERIT
O Senhor nos convida para uma:
KARAT BERIT = fazer uma aliança
DIATHEKEN DIATITNEMAI =estabelecer uma aliança

Conclusão

No N.T. a comunhão dos cristãos primitivos se baseava na PALAVRA e se expressava na refeição em comum.
(I Aos Coríntios 10:16b,17; Atos. 2:46)

No N.T. a aliança se expressa através da verdade
(Atos 5:1-11) Ananias e Safira – Geração de mentirosos e infiéis

No A.T. a aliança se expressa através da fidelidade
Rute e Noemi - Geração da fidelidade (Rute 1:6-18)
Órfã - Geração dos que não querem compromisso- aliança
Somos uma geração de homens e mulheres de excelência que está disposta a pagar o preço da unidade por amor a Jesus. Na unidade conquistamos multidões.



texto retirado da internet e adaptado por DBatta